Conheça espécies de peixes

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Tamboril
Atualizado em 19/09/2018

Tamboril? Quase ninguém por aqui ouviu falar. Peixe-sapo alguns dos litoral conhecem, mas desprezam. Talvez pela feiúra, talvez por desconhecer o processo de preparação.

Tamboril? Pergunte para um português e sinta a reação imediata de água na boca. É um dos principais pescados dos que vão à mesa daquele país. E que ganha outros nomes conforme o idioma, mas está sempre presente na galeria de primeira linha da gastronomia: rape (Espanha), lotte (França) monkfish (Inglaterra e EUA) e rana pescatrice (Itália), só para citar alguns.

O tamboril (Lophius gastrophysus) também habita nossos mares. É peixe de águas profundas, que pode ser encontrado no litoral brasileiro entre o Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul. E que só era pescado para exportação.

Desde o lombo, as postas, até a saborosa carne das bochechas, sua parte mais nobre. É uma carne de consistência firme, que lembra em quase tudo a da lagosta. 

*fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/tamboril-tao-feio-quanto-delicioso

  

Lagostin
Atualizado em 19/09/2018

Lagostim ou pitu, é o nome vulgar das espécies menores de crustáceos, da ordem dos Decápodes, subordem Astacídea, com sete famílias. Este têrmo também é usado para designar camarões de grande tamanho. Existe espécies de água salgada e outras de água doce, como o chamado lagostim-vermelho ( Procabarus Clarkii). Trocam de carapaça diversas vezes durante o seu crescimento. São considerados uma iguaria culinária.

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lagostim

  

Camarão Pitu
Atualizado em 11/09/2018

O nome científico da espécie é Macrobrachium carcinusMacrobrachium do grego makros (longo, grande) e brakhion (braço); carcinus vem do grego karkinos (caranguejo), pelas extensas garras. Popularmente atende por vários nomes: Pitu, o mais conhecido, ou Lagosta-de-água-doce; Lagosta-de-São-Fidélis.

O pitu tem a distinção de ser o maior camarão de água doce nativo do Brasil, podendo chegar a quase 50 cm de comprimento e pesar mais de 300g. Tem corpo liso, e grandes garras. Os adultos têm uma coloração marrom escura com manchas mosqueadas de cores mais claras. O diformismo sexual, isto é, características físicas não sexuais marcadamente diferentes entre os sexos, é bem evidente. Os machos são bem maiores e mais robustos, com garras mais desenvolvidas. As fêmeas possuem "tórax" arqueados e alongados, formando uma câmara de incubação.

O período reprodutivo do M. carcinus se dá nos meses de junho e julho. Por possuir alta taxa de fertilidade e fecundidade, uma fêmea produz cerca de 100 mil ovos, podendo chegar a 250 mil. As formas larvares dependem de água salobra para seu adequado desenvolvimento. Quando adultos buscam água doce, de preferência em locais com correnteza, fundos rochosos ou arenosos.

Um animal bastante agressivo, preda peixes e outros camarões inclusive, principalmente durante a noite, quando estão ativos. Algas e animais mortos também fazem parte da sua dieta. Durante o dia, procuram refúgio em qualquer tipo de abrigo que possa existir. Preferem locais com fluxo e água constante. Dificilmente, a espécie ocorre em locais com altitude superior a 200 m.

É uma espécie encontrada apenas em pequenas bacias costeiras e no curso inferior dos grandes rios. Atualmente, ocorre desde a Flórida e América Central até as Antilhas, Colômbia, Venezuela, Suriname e Brasil (do Amapá ao Rio Grande do Sul). Está presente em todos os biomas nacionais: Amazônia, Caatinga,Cerrado, Mata Atlântica e Pampas.

Várias são as causas do desaparecimento da espécie. A principal ameaça está ligada ao barramento de rios e destruição de habitats. Soma-se a isso a degradação da qualidade da água, diminuição da vazão dos rios e pesca excessiva. Mesmo com a proibição de pesca desta espécie (Instrução Normativa MMA nº 04/2005), ainda é realizada de forma artesanal em diversas regiões do país, em especial das regiões Norte e Nordeste, fazendo parte da culinária tradicional destas localidades. 

*fonte: https://www.oeco.org.br/blogs/especies-em-risco/27140-pitu-nao-a-cachaca-o-camarao/

  

Congrio rosa ou Abadejo
Atualizado em 04/09/2018

É um peixe de coloração amarelo rosada e que pode atingir 2 metros de comprimento e 25 kg. O inverno é a época na qual acontece sua maior reprodução, já que as águas são mais geladas e, por esse motivo, a primavera proporciona a melhor pescaria da espécie.

  

Lambari
Atualizado em 04/09/2018

Lambari é a designação vulgar de várias espécies de peixes do gênero Astyanax, da família Characidae, comum nos rios, lagoas, córregos e represas do Brasil.

  

Traíra
Atualizado em 04/09/2018

A traíra comum é, certamente, o peixe predador mais disseminado nas águas interiores do Brasil. É de escamas, corpo cilíndrico, boca grande e dentes caninos bem afiados. A cor fica entre o marrom ou a preta manchada de cinza. A traíra pode atingir 60 centímetros e pesar até cinco quilos.

  

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